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JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, Brazil
Esperamos com este Blog dividir um pouco das inúmeras histórias que acumulamos na nossa profissão. São relatos engraçados, tristes, surpreendentes...

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Corpus Christi - estradas cheias no feriadão

Por Michele Pacheco

Já virou mania no Brasil. Feriado na quinta-feira é sinônimo de emenda.
As escolas suspendem as aulas na sexta-feira e o pessoal acha o máximo.
Tomara que seja aprovado e colocado em prática o projeto de lei que propõe a transferência dos feriados para sexta ou segunda, quando as datas comemorativas cairem no meio da semana.
Enquanto isso, os brasileiros vão aproveitando os fins de semana prolongados para viajar.

Nossa pauta hoje foi conversar com as polícias responsáveis pela fiscalização nas estradas federais e estaduais da Zona da Mata Mineira.
Primeiro, fomos ao posto da 4a Companhia Independente de Meio Ambiente e Trânsito, da Polícia Militar.
O sargento Moraes nos recebeu e gravou entrevista.
Sempre profissional e atencioso, ele nos passou as coordenadas da Operação Corpus Christi, que vai até domingo.

Segundo o sargento, o objetivo do trabalho é fiscalizar as documentações dos motoristas e dos veículos, ver as condições dos automóveis e caminhões, conferir o cumprimento das leis de trânsito, como o uso do cinto de segurança por todos os viajantes, e combater o transporte clandestino de passageiros.
Nem sempre essa tarefa é fácil e muitas vezes os policiais são xingados e ofendidos por aqueles que foram flagrados em situação irregular.

Durante a gravação da nossa reportagem, a MG 353 apresentou trânsito normal, sem excesso de veículos.
Mas, a previsão é de que o tráfego fique mais intenso a partir da manhã desta quinta-feira.
A rodovia liga Juiz de Fora a cidades da região, entre elas Ubá, Viçosa e Ponte Nova.

A Operação Corpus Christi vai até domingo.
Quem passar pelo posto policial do bairro Grama vai ser abordado pelos policiais.
Por isso, é bom conferir os documentos pessoais e do veículo, as condições do carro e o estado dos equipamentos obrigatórios.
Assim, a viagem pode continuar sem problemas e atrasos.

Os policiais faziam abordagens, quando notaram este caminhão.
Parece que ele está se movendo de lado e repare que a carroceria dele está maior de um lado.
O motivo é um deslocamento da carga.
De longe dava para notar que o carregamento parecia meio tombado, correndo o risco de cair na rodovia.

Esse tipo de situação é perigoso, pois pode colocar em risco a vida de outros motoristas e até de pessoas que caminham nas margens das rodovias.
Nós já acompanhamos muitos casos de carga tombada que feriu ou matou quem estava na estrada.
Por isso, a fiscalização é tão rigorosa.

O motorista do caminhão com placa de Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, explicou aos policiais que passou por um quebra-molas muito alto e o baque quebrou a "balança".
Não faço a mínima idéia do que isso signifique.
Mas, a questão é que ele teve problemas mecânicos que levaram a um desnível na carroceria.

Os policiais militares explicaram ao caminhoneiro que ele teria que transferir a carga de 15 toneladas de placas de grama para outro veículo, caso quisesse seguir viagem.
O caminhão ficou retido até que fosse providenciado conserto.
O motorista ainda tentou argumentar, explicando que o dono da carga estava esperando em Ubá, mas não convenceu os policiais a liberarem o veículo.

Os pms ainda conferiram o tacógrafo do caminhão.
Essa medida é usada para fiscalizar a velocidade que os motoristas andam empregando nas viagens.
Se houver excesso, o disco vai registrar.
Com ele em mãos, os policiais podem aplicar multas e cobrar mais prudência.

Enquanto os motoristas eram fiscalizados pelos policiais militares, uma cena chamou a atenção do Robson, que não perdeu tempo e registrou.
Um homem e um cavalo seguiam calmamente em meio aos veículos.
O meio de transporte tão antigo se mostrou eficaz.
O cavaleiro passou despreocupado pelos viajantes que tentavam justificar uma irregularidade ou outra.

A noite dessa quarta-feira foi tranqüila nas estradas federais da região.
No pedágio de Simão Pereira, na BR 040, o movimento era normal.
A Concer, concessionária responsável pelo trecho privatizado da rodovia, escalou 40 profissionais para agilizar a passagem.
São os chamados papa-fila.
Eles não tiveram trabalho nessa noite, mas esperam serviço dobrado até domingo.

A expectativa da Concer e da Polícia Rodoviária Federal é de que 300 mil veículos passem pela BR 040 no feriadão.
Isso equivale a um aumento de 60% no tráfego normal.
Um movimento maior deve ser registrado também na BR 267, que liga a Zona da Mata Mineira ao Sul do estado.

O Inspetor Wallace Wischansky, da Polícia Rodoviária Federal, alertou para os perigos das estradas.
A BR 267 tem trechos complicados.
Em Argirita, obras de recuperação da área que cedeu nas chuvas do início do ano exigem cautela.
Entre Leopoldina e Juiz de Fora há vários pontos estreitos e cheios de curvas.
O mesmo se repete em direção ao Sul de Minas.

Na BR 040, o trecho da Serra da Mantiqueira, entre Juiz de Fora e Barbacena, é íngreme e com muitas curvas.
A previsão de chuvas no fim de semana e a cerração forte no início da manhã preocupam os policiais rodoviários federais, que alertam os motoristas para evitar viajar na madrugada e no fim do dia.

Outro alerta é quanto ao retorno.
A previsão é de que os viajantes só voltem para casa no domingo, o que deve gerar congestionamento nos pedágios e excesso de veículos nas rodovias.
A sugestão dos policiais é sair mais cedo e viajar com calma, sem colocar em risco a vida de quem aproveitou o feriado prolongado para se divertir.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Roubo e perseguição policial em Juiz de Fora

Por Michele Pacheco

Fizemos a entrevista marcada na nossa primeira pauta e aguardávamos retorno quanto às marcações seguintes. Conferimos uma informação passada à nossa produção e, como não valia reportagem, torcemos para que algum factual surgisse.
Eis que o telefone tocou e uma fonte disse que havia um roubo em andamento, com suspeita de refém.

Chegamos ao bairro Jardim de Alá quase junto com as equipes da 32ª Cia.
Notamos duas viaturas saindo em alta velocidade e fomos atrás.
Valeu a pena e notamos que nossos instintos policiais continuam em dia, apesar de termos passado um bom tempo longe das reportagens policiais.
A aposta de acompanhar aquela equipe foi certa.

Seguimos os policiais militares pelas vielas estreitas do bairro e chegamos a uma rua, numa ladeira.
Os PMs sacaram as armas e entraram cautelosos numa casa.
Era o endereço passado do principal suspeito do crime.
Os policiais deram a volta por toda a casa e notaram sinais de que alguém tinha saído correndo pelos fundos.

Eles também correram e se dividiram.
Alguns fizeram cerco à pé, na frente e nas laterais da casa.
Outros foram de carro à rua que fica nos fundos da moradia.
Enquanto alguns PMs se posicionavam em pontos estratégicos para evitar a fuga, outro subiu numa laje para vigiar do alto a movimentação.

Foi tudo muito rápido e o Robson estava atento para não perder um detalhe sequer.
Isso, sem atrapalhar o trabalho policial e sem ficar na rota de fuga do suspeito, que poderia estar armado.
Numa reportagem policial, a gente tem que agir quase sempre por instinto e no improviso. Nunca se sabe o que vai ocorrer no meio de uma perseguição.

Depois de registrar as buscas, fomos para o lado oposto do bairro.
Numa rua bem mais alta do que aquela onde fica a casa do suspeito, encontramos moradores curiosos nos barrancos, nas varandas e em toda parte olhando a ação.
O Robson garantiu mais umas imagens interessantes da curiosidade e da movimentação dos carros na parte baixa.

Dali, voltamos ao local do crime.
Os moradores estavam muito assustados e nos pediram para evitar imagens deles.
Lógico que não quiseram gravar entrevista também.
Acho que, no lugar deles, eu faria o mesmo.
Afinal, quando a polícia e a reportagem vão embora, as vítimas permanecem no bairro e podem sofrer represália.

Os policiais estavam na porta da casa com uma espingarda tipo cartucheira calibre 12 nas mãos. Para não perder a cena, improvisei uma abertura para a reportagem, contando o que eu já sabia do caso.
Um taxista ligou por volta de três e meia da tarde para o Centro de Operações da PM denunciando que a mulher dele era refém de um ladrão em casa.
Os policiais correram para o local e notaram que o bandido tinha acabado de fugir.

Conversando com os policiais, entendemos o restante da história.
Segundo o tenente Edward, a dona da casa estava na cozinha, quando viu um homem na porta. Ele pegou uma faca e obrigou a mulher a se trancar num quarto, enquanto dava uma geral nos cômodos.
Ela conseguiu pedir socorro.

O ladrão fugiu levando a espingarda, que foi abandonada em cima de um muro.
A arma pertence ao filho da vítima e foi apreendida por não ter registro.
Quer dizer, além do prejuízo com o roubo, as vítimas ainda vão ter que se explicar sobre o armamento irregular mantido em casa.

Nas buscas, os policiais militares conseguiram recuperar alguns pertences das vítimas.
Uma pequena parte dos R$ 2.500 roubados foi encontrada na casa do suspeito, junto com um relógio.
Perto do local estava uma caixa com documentos roubados das vítimas.
Tudo foi reconhecido pelo casal.

A Polícia Militar suspeita que o bandido tenha usado um escadão na lateral da casa para entrar e render a moradora.
O suspeito seria um morador do próprio bairro.
Ele já foi detido várias vezes e é um velho conhecido no meio policial.
Durante o registro da ocorrência, uma moradora se aproximou assustada dos policiais e entregou uma mochila que foi encontrada na laje de uma casa.
Dentro, havia várias roupas e objetos pessoais que o ladrão teria abandonado na fuga.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Rodoviários discutem proposta da Astransp

Por Robson Rocha

Hoje foi dureza sair da cama e encarar a furadinha(ducha).
Mas, dia de trabalho, não havia outra saída.
A principal matéria era a reunião dos rodoviários para avaliar a proposta patronal.
Logo na frente do prédio, faixas e carro de som anunciavam: salário ou greve já!

A reunião estava marcada para as 9 da manhã e o frio ainda castigava.
Todo mundo bem agasalhado.
A Michele e o Joarle com blusas normais.
Mas, o Schubert estava preparado para uma nevasca.

Finalmente a galera subiu e a reunião começou.
Seria colocado em votação o reajuste 6,68% oferecido pelos patrões.
Com isso, o salário dos motoristas passaria de R$ 902 para R$ 962,25.
Já os trocadores ou cobradores teriam o salário de R$ 481,12.

Enquanto os sindicalistas explicavam o posicionamento da classe patronal, os jornalistas ficaram lá no fundinho do salão.
Não por falta de lugares, mas porque o sol começou a sair e estavam pegando um calorzinho.

O advogado do sindicato explicou que as negociações estão sendo feitas e que a Astransp pode dar um aumento maior se o valor da passagem aumentar. Mas, que o sindicato não discute aumento de tarifas. E que, se as negociações não avançarem, os trabalhadores podem entrar em dissídio coletivo. Ele lembrou que a justiça tem reposto as perdas nesses casos.

O José Pedro Franco Ribeiro, presidente do sindicato dos rodoviários, disse que, além dos 60 reais de aumento, os patrões estariam dando mais dez reais de ticket e cesta básica.
Mas, que o sindicato queria os 11,86% de aumento, pedidos na pauta de reivindicações.

Porém, segundo ele, a assembléia é que ia decidir o futuro do movimento.
Pra quem está acostumado com as discussões acaloradas dos rodoviários, foi uma surpresa a assembléia de hoje.
A reunião foi tranqüila e em uma votação rápida e aberta os motoristas decidiram não aceitar a proposta patronal e voltar à mesa de negociação.

À tarde, houve nova rodada de negociações com a Astransp, mas os empresários mantiveram a mesma proposta.
Amanhã, sexta, dia 5, às 8 da manhã, patrões e empregados voltam às negociações no Ministério do Trabalho e o sindicato espera que as empresas ofereçam um valor maior de reajuste.

Se isso não acontecer, os rodoviários devem entrar com pedido de dissídio coletivo.
Hoje pela manhã, os rodoviários avaliavam se fariam operação tartaruga.
No inicio da noite, os ônibus transitavam lentamente pela avenida Rio Branco.
Dando a sensação de que os motoristas estavam protestando.

Enquanto isso, nos pontos de ônibus cheios, passageiros reclamavam da demora dos coletivos que passavam lotados.
Amanhã pela manhã estamos escalados pra acompanhar o desenrolar dessa negociação e ficar de olho na comissão que está avaliando o aumento no valor das passagens.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Trânsito em Juiz deFora - Pedestres x Veículos

Por Robson Rocha

O trânsito está ficando cada dia pior em Juiz de Fora.
Ontem, por volta de uma da tarde, me preparava para “forrar o bucho” quando o telefone da redação tocou.
Era o João Batista, nosso técnico, avisando que havia um acidente na avenida Getúlio Vargas, próximo à praça Antônio Carlos.
Lá se foi meu marmitex. Fomos para o local.

O trânsito ficou confuso na área central da cidade e os carros não andavam.
As retenções, que já são normais nesse horário, ficaram bem piores.
Os guardas municipais foram os primeiros a chegar ao local e tentavam alem de isolar a área, organizar o trânsito.

Chegamos ao local e se tratava de um atropelamento.
Paramos o carro dentro da praça e fomos tentar descobrir o que estava acontecendo.
Câmera gravando direto, enquanto a Michele apurava alguns dados para garantir informações para que ela pudesse gravar um plano no local.
A apuração, nesses casos, tem que ser feita com agilidade, mas sem atrapalhar o trabalho dos bombeiros.

Porém, se a gente demorar a gravar os planos, corre o risco de perder a ação.
Pois os bombeiros são eficientes e rápidos em resgates.
Eles chegam, avaliam o estado da vitima, imobilizam, fazem os primeiros socorros e, o mais rápido possível, encaminham a vitima para o hospital mais próximo.

No caso desse senhor, ele foi levado para o Hospital de Pronto Socorro.
E, o sargento Nelmar disse à Michele que a vitima estava bem, consciente e não apresentava lesões.
Mas, sentia dores no peito.
Por isso, tinha que ser avaliado por um médico.

Segundo algumas testemunhas, o homem estava falando ao celular e se distraiu atravessando a rua, quando foi atingido pelo ônibus número 120 da empresa GIL, que fazia a linha 400, do Alto Grajaú.
Por sorte, segundo alguns passageiros, o ônibus seguia em baixa velocidade.

O motorista estava assustado e nos falou que é comum ter que se desviar de pedestres que se distraem e quase são atropelados.
Principalmente na avenida Getúlio Vargas onde, segundo ele, muitos pedestres andam pelo meio da avenida.

Ouvindo o depoimento do motorista, demos a sugestão na redação de voltar e mostrar os abusos de pedestres nas ruas de Juiz de Fora.
A idéia foi aceita e hoje saímos às ruas para gravar alguns flagrantes.
Mas, antes gravamos com um especialista em trânsito e segundo ele a educação ainda é a melhor solução.

Depois registramos algumas imagens na avenida Rio Branco.
O problema é que as calçadas já não comportam tantas pessoas e aí algumas vão para a pista que já é muito estreita para carros, motos e bicicletas.
Isso ajuda a manter a Rio Branco como recordista em atropelamentos em Juiz de Fora.
Em 2008, dos 635 atropelamentos registrados em Juiz de Fora, 93 foram na Rio Branco. E de janeiro a março de 2009, dos 132 atropelamentos ocorridos na cidade 15 foram na Rio Branco.

Quando estávamos gravando, recebemos a informação de um atropelamento na esquina da avenida Independência com a rua Batista de Oliveira. Mas, quando chegamos ao local, a vitima já tinha sido levada para o HPS. Segundo a Polícia Militar, um motorista parou em local proibido e abriu a porta para descer. Um ciclista vinha pelo canto da pista, não conseguiu desviar e bateu no carro. Ele teve ferimentos leves e foi socorrido pelos bombeiros.

Aí, fomos para a avenida Getúlio Vargas, local onde o motorista tinha dito ser difícil de dirigir.
De fato, ele tinha toda razão.
Os abusos e distração dos pedestres surpreendem.
É verdade que a grande maioria respeita as leis e regras de trânsito.
Atravessam na faixa, procuram fazer tudo certinho...

Mas, em poucos minutos gravando na Getúlio, entre a Floriano Peixoto e a Batista de Oliveira, deu pra entender porque muitas pessoas são atropeladas no centro de Juiz de Fora.
As pessoas andam entre os carros, que não estão parados.

Em certos momentos, eu me irritava.
Como ao ver uma mãe com uma criança de colo e com um garoto de uns cinco anos atravessar fora da faixa de pedestres, que estava a pouco mais de 40 metros, e ainda com carros vindo em direção a eles.
Imagine se ela ou o menino tropeça e cai?

Por dia, passam pela avenida Getúlio Vargas, segundo a secretaria de transportes, cerca de 25 mil veículos.
Para piorar a situação, motoristas param em locais proibidos e entregadores se arriscam com seus carrinhos no meio da pista. Nessa foto, uma mulher ainda atravessa ao fundo se arriscando na pista de ônibus.
É terra de ninguém.

Em outro momento, um skatista se arriscou indo pela contramão em meio aos carros e pedestres.
Observando o movimento na avenida, levando em consideração que fomos gravar em um horário tranqüilo e a quantidade de flagrantes em tão pouco tempo, comecei a achar pouco que apenas 3 pessoas foram atropeladas neste ano na Getúlio Vargas.

Um camarada ia tão tranqüilo, que o carro teve que parar, pois ele estava caminhando calmamente na pista e depois ainda fez cara feia para o motorista.
A falta de bom senso assusta.
Isso, fora pessoas atravessando falando ao celular e que parecem estar em outro mundo.

É verdade que em locais como a esquina da Independência com a Getúlio Vargas cinco pistas têm sinal para pedestres, mas duas não tem.
Gravamos a passagem no ponto em que os pedestres atravessam quatro faixas da avenida Independência, mas ao fundo, a ultima pista não tem sinal.
Com pouco mais de 600 mil habitantes, a cidade tem mais de 150 mil veículos circulando pelas ruas.
Em 2008, 14 pessoas morreram atropeladas e em 2009 de janeiro a março 4 mortes foram registradas.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Suspeito de pedofilia é preso em Minas

Por Silvan Alves
www.silvanalves.com.br

Uma família muriaeense pôs fim no dia de ontem a ações de um aliciador de menores, ou mesmo um pedófilo, como vem sendo acusado.
Tudo começou quando a família percebeu que o filho estava estranho fazendo contatos com uma pessoa através do MSN.
Nesta segunda-feira, o pai pediu ao filho que marcasse um encontro com o pedófilo, tudo gravado na CPU do computador e o pedófilo pediu que o menino fosse com roupas a seu pedido e que o pegaria no bairro da Barra com uma moto, levando dois capacetes.

No local do encontro, o rapaz deparou com o menino e família e em seguida com a ROTAM, uma vez que os militares haviam sido chamados e estavam de sobre-aviso.
O caso foi parar na Delegacia de Polícia.
A família muriaeense está de parabéns pela atitude e com certeza ajuda a colocar fim, ou mesmo amenizar a prática desse crime que é combatido pela polícia, justiça e porque não a sociedade não ficar mais ligada a ele.

Exposição de flores - Mostra itinerante de holambra

Por Michele Pacheco

Está montada no Parque Halfeld, no centro de Juiz de Fora, a mostra itinerante de flores de Holambra.
O evento é realizado em Juiz de Fora desde 2002, em parceria com o Lions Clube.
O dinheiro arrecadado é destinado a instituições.
Cobrir esse tipo de reportagem é sempre agradável.

Neste ano, os organizadores capricharam na variedade de espécies. São 310, entre flores, arbustos ornamentais, ervas aromáticas e parasitas.
Só de entrar a gente já tem uma sensção agradável.
São cores exuberantes e perfumes que mexem com os sentidos.

Enquanto o Robson fazia imagens, aproveitei para dar uma boa olhada em opções de presentes para a minha mãe, que adora cultivar plantas.
Ela adora samambaias e bromélias.
Nossa casa sempre foi repleta de vegetação.
Tudo muito bem cuidado pela Dona Juçara.

Quem prefere flores, vai ficar indeciso na exposição.
Os amores-perfeitos estão com cores vibrantes, as violetas estão lindas e variadas.
A variedade é tanta, que a gente se perde entre as prateleiras.
É mesmo um espetáculo da natureza.

Fizemos as entrevistas com a presidente do Lions e com quem estava comprando.
Enquanto eu fazia minha "pesquisa", o Robson se esforçava para driblar a pouca iluminação, necessária para não prejudicar as plantas.
Com paciência e competência, o resultado é perfeito e quem está em casa nem nota as dificuldades que os cinegrafistas enfrentam.

Quanto a mim, vou voltar lá assim que for possível para me distrair com coisas belas. Nós, jornalistas, vemos tantos imagens tristes no dia-a-dia, que ficamos aliviados quando podemos variar com algo tão simples e tão significativo, como as flores.