Quem somos

Minha foto
JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, Brazil
Esperamos com este Blog dividir um pouco das inúmeras histórias que acumulamos na nossa profissão. São relatos engraçados, tristes, surpreendentes...

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Acidente grave em Muriaé

Por Silvan Alves
silvanalves.com.br

Uma tragédia na Estrada de Vermelho, em Muriaé.
O choque violento entre um caminhão, placa JMS 1240, de Ervália-MG e um veículo Fiat Uno, placa ATT 2103, de Muriaé-MG, matou na hora duas pessoas:
José Cândido da Fonseca, 76 anos, mais conhecido como “Zé Lelente”, condutor do Fiat Uno, e o menino Gustavo Carneiro de Oliveira, de 10 anos.

No carro estavam também mais três pessoas:
Antônio Carlos de Souza, 60 anos, que ficou em estado grave e se encontra no CTI do HSP, Luciane, em estado estável, ela mãe do menino falecido e de uma menina de 8 anos que estava com ela e está bem, segundo o Corpo de Bombeiros, que levou todos para o Hospital São Paulo.

O acidente aconteceu ainda na área urbana de Muriaé
(entre a entrada para o bairro São José e o Clube Via Park, região também do Cardoso de Melo) e os dois veículos estavam no mesmo sentido, tendo o automóvel sido empurrado com muita violência pelo caminhão.
Ainda não se sabe as causas do acidente, que serão apuradas pela Perícia Técnica da 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Muriaé, através do perito criminal, Cristiano Madureira.

“É uma estrada assassina”, disse o filho da vítima, José Adilson, da Lelente Informática, que foi para o local e mostrou muita indignação com o trecho que já provocou a morte de dezenas de pessoas.
“Zé Lelente” era irmão de Pedro e João Lelente, família muito conhecida em Muriaé.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Polícia Civil prende suspeitos de assassinatos

Por Michele Pacheco

Matar virou um negócio lucrativo para uma quadrilha que agia em Juiz de Fora.
Os passos dos suspeitos foram seguidos pela Polícia Civil durante quatro meses.
A equipe do delegado Rodolfo Rolli descobriu como o grupo agia e cumpriu hoje quatro mandados de busca e apreensão na zona norte da cidade.

Quatro prisões foram feitas.
Dois homens são suspeitos de alugar as armas usadas nos crimes encomendados por traficantes da zona norte.
Os outros são apontados como executores dos assassinatos.
Os matadores de aluguel, dois irmãos de 18 e de 19 anos, são suspeitos de matar cinco pessoas e ferir três.

Enquanto um matava, o outro pilotava a moto usada nos crimes.
Segundo o delegado, a forma de agir era sempre a mesma e eles usavam capacetes para evitar serem reconhecidos.
Eles davam dez tiros na cabeça das vítimas.
Os assassinatos eram encomendados por traficantes que queriam se livrar de algum desafeto ou de viciados em drogas que não pagavam as dívidas.

Todas as vítimas tinham entre 18 e 25 anos.
A Polícia Civil apurou que o valor cobrado pelos matadores de aluguel era de cinco mil reais por morte.
Os outros dois presos, um de 43 e um de 49 anos, têm comércio na Vila Esperança, bairro onde ocorreram as prisões.
Eles repassavam as armas para a prática dos crimes, segundo Rodolfo Rolli.
Com esse trabalho, foram apurados roubos praticados em junho em lotéricas da zona norte.

Os policiais apreenderam quatro revólveres, duas espingardas e uma pistola.
Também foram recolhidas diversas munições de vários calibres.
Dois revólveres estavam com os irmãos e o restante das armas com os dois suspeitos de alugar armamento.
Cada arma era alugada por 700 reais, segundo foi apurado.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Acidente mata 4 na BR 267 em Juiz de Fora

Por Michele Pacheco

Quatro amigos seguiam pela BR 267 em busca de um sonho.
Eles vinham estudar em Juiz de Fora.
Cheios de planos, de desejos e de esperança.
Unidos pela vontade de ser alguém na vida.
Mas, restaram apenas lembranças.

Os quatro morreram no meio do caminho.
O carro em que estavam bateu de lado na frente de uma carreta.
O motorista contou ao Evandro Medeiros e ao Robson que seguia para o Sul de Minas, quando viu o carro vindo desgovernado no sentido contrário.

Disse ainda que foi tão rápido que nem ele nem o motorista de caminhão que vinha logo atrás conseguiram evitar a batida.
O carro, mais frágil do que a carreta, ficou destruído e os quatro ocupantes morreram presos às ferragens.
O acidente foi em Penido, distrito de Juiz de Fora.
A estrada ficou fechada até a retirada dos veículos.

Equipes dos bombeiros foram deslocadas para o local.
Elas agiram rápido, esperando salvar as vítimas presas nas ferragens, mas encontraram todas mortas.
Eram a motorista Neuzilaine Alves Silva, de 23 anos, Jéssica da Silva Gomes, de 18. Anselmo Manoel de Moura, de 37, e um quarto homem, que não tinha sido identificado enquanto a equipe fazia a cobertura.

Duro imaginar a dor das famílias.
Nem gosto de pensar no sofrimento de ver um filho sair de casa disposto a construir um caminho para o futuro e receber de volta um corpo num caixão.
Até quando o trânsito vai continuar destruindo lares?
Não sei a causa desse acidente.

Na maioria dos casos registrados pela Polícia Rodoviária Federal, 
a imprudência é o motivo das tragédias.
Não sabemos se foi o caso.
Independentemente da causa, as autoridades têm tido dificuldades nas tentativas de reduzir as estatísticas.
A Lei Seca foi apontada como salvadora da Pátria.

Mas, quando vemos até delegado bêbado causando acidente 
e se recusando a fazer teste do bafômetro, a gente se pergunta até que ponto ela realmente funciona.
Todas as estratégias são necessárias.
Quem sabe um dia, seja possível ir para a estrada sem medo e sem insegurança?

Violência contra Mulher - Caso Jomara

Por Michele Pacheco

No Tribunal do Juri de Juiz de Fora, parentes e amigos de Jomara Rodrigues do Amaral usavam camisetas pedindo justiça.
Ela foi assassinada com seis facadas em 2009, na casa dela.
O principal suspeito é o ex-marido.
Segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime e alegou motivos passionais.
A justificativa foi não aceitar a separação.

Durante a audiência de hoje, a defesa manteve a versão de que o acusado tem problemas psiquiátricos.
Mas, a acusação usou o depoimento de médicos que examinaram o ex-marido e negaram essa tese.
O crime foi praticado quando as filhas do casal, que na época tinham 7 e 10 anos, estavam em casa.
Elas estão sob os cuidados de parentes da mãe.

A audiência de hoje serviu para definir se o caso vai a juri popular.
Para a família, a situação é complicada.
Todos têm que conviver com o acusado, que ficou em liberdade por ter se apresentado espontaneamente à polícia civil.
Sem falar que ele é o pai das meninas e tem o direito de ter contato com elas, apesar de tudo.

Incêndio destrói apartamento em Juiz de Fora

Por Michele Pacheco

Quem mora em prédio sabe que volta e meia a gente sente cheiro de
queimado e fica se perguntando qual vizinho esqueceu a panela no fogo.
Na maioria das vezes, o problema é resolvido rápido pelo morador desatento.
Mas, em algumas situações, o caso se complica.

Os bombeiros foram chamados hoje por pessoas assustadas com a fumaça que saía de um apartamento.
As equipes foram para o local e encontraram as portas trancadas e sinais de incêndio dentro do imóvel.
Eles arrombaram a entrada e usaram 2500 litros de água para conter as chamas.
A suspeita é de que o fogo tenha sido provocado por um vazamento em botijão de gás, devido a uma panela esquecida no fogão.

Quem nunca fez isso?
Colocar alguma coisa para esquentar ou cozinhar e ir tomar banho, ler os e-mails ou fazer qualquer outra coisa que prenda a atenção e faça esquecer do que está na cozinha.
Só que tem gente que se supera e acaba saindo de casa e largando a panela no fogo.
Aí, não tem como evitar o incêndio.

Segundo informações da assessoria de comunicação do 4o Batalhão de Bombeiros Militar, o incêndio destruiu três dos sete cômodos do apartamento de cerca de 150 m2.
A ação das equipes foi rápido e evitou queimados no prédio.
Mas, na pressa de fugir do prédio cheio de fumaça, algumas pessoas escorregaram e caíram nas escadas.
A Defesa Civil de Juiz de Fora foi chamada para avaliar se a estrutura foi comprometida pelo calor e pelas chamas.

Os bombeiros orientam que a gente sempre confira se os queimadores estão desligados depois de usar o fogão.
Caso alguém sinta cheiro de queimado vindo do apartamento ou da casa vizinha, deve tentar entrar em contato com os moradores.
Se isso não for possível ou a fumaça for intensa, o mais seguro é ligar para o 193 e pedir socorro.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Churrascão Fatos em Foco 2011

Por Michele Pacheco

Nosso fim de semana começou de forma bem agradável.
Fomos a um hotel da cidade, onde foi realizado o VI Churrascão Fatos em Foco.
Nem preciso dizer que o José Luiz Magrão é um dos melhores anfitriões da região.
Como sempre, os eventos que ele organiza reúnem gente de expressão, ambiente aconchegante, cardápio nota 10 e muita diversão.

Quando chegamos e olhamos de cima, pensei que não estava tão cheio quanto nos anos anteriores.
Mas, bastou dar uma voltinha para ver que a área reservada estava cheia.
E olhe que fomos cedo, por conta da Olívia.
Conseguimos uma mesa ótima, à sombra e com um vento delicioso no dia quente.
Pouco depois as mesas já estavam todas ocupadas.

Encontramos por lá autoridades, empresários, políticos, artistas...
O pessoal da TV Alterosa foi chegando aos poucos.
Alguns colegas do departamento de jornalismo não puderam ir, já que estavam envolvidos na cobertura da morte do senador Itamar Franco.
Aliás, a notícia entristeceu um pouco os participantes da festa.
Todo mundo comentava.

Quem foi aproveitou para se reunir e colocar a conversa em dia fora do ambiente de trabalho.
A ala masculina fez pose.
Sempre que essas figuras se encontram em lugar descontraído, a diversão é garantida.
Até para contar casos engraçados do trabalho a gente encontra tempo.

A Paula e a Olívia aproveitaram ao máximo.
Claro que não deixamos de tirar muitas fotos das nossas duas bonecas.
Sempre fizemos questão de ter a Paula ao nosso lado nos eventos e não vai ser diferente com a Olívia.
Ela é muito calma e já aprendeu a conviver com lugares agitados.
Olha em volta com interesse, fica um pouco animada e depois relaxa até dormir.
Fomos abençoados com essas duas.

Adoro as festas do Magrão porque nos dão a chance de encontrar com pessoas que vemos pouco no dia a dia.
Dois personagens marcantes da história de Juiz de Fora que não víamos há um bom tempo são os irmãos Guedes.
Júlio e Carlos são dois dos grandes responsáveis por manter vivo o carnaval da cidade.
Eles já foram Reis Momos por vários anos seguidos.
A convivência só aumentou a admiração que temos por eles.

Não dava para não tirar uma foto com o Zé Kodak.
José Carlos Passos é outra pessoa que adoramos.
O comandante da Banda Daki nunca desistiu diante das dificuldades e se esforça para preservar a história do carnaval e da cidade.
Somos fãs do Zé.



 
 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Acidente de trabalho - Morte em prédio de Juiz de Fora

Por Michele Pacheco

Era início de expediente.
Os operários que trabalham na construção de um prédio de 13 andares na rua Pasteur, no centro de Juiz de Fora tinham acabado de chegar e começaram o trabalho, quando houve o acidente.
O bombeiro hidráulico de 57 anos estava no 11o andar, quando caiu no fosso do elevador.
Ele morreu no local.

Os colegas ficaram abalados.
Uma equipe do SAMU foi até o local, mas já não havia mais nada a ser feito pela vítima.
Os policiais militares também foram chamados.
Eles isolaram a área à espera da perícia da Polícia Civil.

O filho do bombeiro hidráulico também trabalhava na obra.
Ele e outros operários confirmaram que a vítima pretendia se aposentar no ano que vem.
Antes da queda, o homem contou aos colegas que desceria para buscar mais ferramentas.
Os policiais notaram que todas as entradas para o fosso onde vai ser instalado o elevador estavam fechadas com madeirite.

O Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil acompanha o caso.
A causa do acidente vai ser apurada pela Polícia Civil.
Uma fonte ligou para a redação bem cedo, avisando do que tinha ocorrido.
O Robson e a Flávia Crizanto correram e conseguiram um bom material, com imagens dos pms e do pessoal do SAMU ainda no local.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Acidente no centro de Juiz de Fora - simulação dos bombeiros

Por Michele Pacheco

Hoje foi realizada no centro de Juiz de Fora mais uma atividade
das comemorações do centenário dos Bombeiros Militares em Minas Gerais.
Um carro foi levado para o calçadão da rua Halfeld, coração econômico da cidade.
Dois figurantes simularam os feridos que seriam socorridos.

Várias equipes do 4o Batalhão de Bombeiros Militar participaram do exercício.
Uma multidão de curiosos parou para ver o que estava acontecendo.
Algumas pessoas se emocionaram ao ver o empenho e a competência do pessoal treinado para salvar vidas.
Nem dava para piscar, tamanha a ansiedade que todos sentiam ao imaginar que a cena poderia ser real.
E o pior: com alguém da família deles.

Para nós, jornalistas, infelizmente as imagens da simulação reproduzem o que vemos com frequência pelas estradas brasileiras.
A região é cercada por importantes rodovias federais e estaduais, o que faz com que o número de ocorrências seja grande.
E quando há vítimas, os bombeiros em geral são chamados e agem rápido.
Como excelentes parceiros, eles têm uma assessoria de comunicação eficiente, que informa aos meios de comunicação a tempo para que os casos sejam acompanhados.

Hoje, foi só um exercício, mas todos levaram a sério as funções,
como se fosse um acidente de verdade.
A simulação foi de uma batida, em que o carro pegava fogo.
Uma das vítimas foi lançada para fora e a outra ficou presa nas ferragens.
Além de imobilizar a atender o ferido no chão, os bombeiros mostraram todo o procedimento para desencarcerar ocupantes de veículos acidentados.

O Robson e a Flávia Crizanto estavam lá registrando tudo.
Eles se encontraram com outras equipes de reportagem e aproveitaram para colocar a conversa em dia.
A cena inusitada em frente ao Cine Teatro Central faz parte das comemorações do centenário e também do Dia Nacional do Bombeiro, comemorado no dia 2 de julho.

Quem convive com esses profissionais entende porque tanta gente estava com os olhos molhados no calçadão vendo o trabalho deles.
É incrível como esses homens e mulheres encontram tranquilidade para atuar em situações de extremo risco e ainda conseguir acalmar as vítimas e oferecer o conforto que elas precisam.
Já vimos bombeiros ficarem horas em posição desconfortável conversando com feridos para evitar que eles dormissem e entrassem em coma antes de serem tirados das ferragens.

Num acidente como o que foi encenado, além da pressa em salvar os feridos, ainda há o desafio de controlar o incêndio antes que o veículo exploda.
Risco para as vítimas e também para os bombeiros.
E eles têm que se preocupar com as pessoas machucadas no local, com o perigo de outros acidentes, com o óleo espalhado na pista, etc.
A parceria entre o Corpo de Bombeiros e as Polícias Rodoviárias Federal e Estadual ajuda a salvar vidas.

O curioso é que os jornalistas pareciam fazer parte da encenação.
O Robson, por exemplo, adotou os mesmos procedimentos de casos reais.
Fez imagens em pontos estratégicos para não atrapalhar o trabalho de socorro.
Nem sempre os profissionais responsáveis por captar imagens entendem a importância de um trabalho de equipe entre todos os presentes.

Quando a simulação terminou, várias pessoas foram parabenizar
os bombeiros.
Uma delas chamou a atenção do Robson e da Flávia.
Essa mulher fez questão de cumprimentar o Capitão Santiago e lembrar que as cenas de mentirinha pareceram muito com um caso real.
O dela!

Durante um acidente automobilístico, ela e o marido ficaram feridos e presos no veículo.
Em entrevista à TV Alterosa, ela contou que os bombeiros foram rápidos e eficientes e salvaram os dois.
Difícil esquecer e não se comover lembrando que no pior momento da vida dela, eles estiveram por perto, garantindo que aquilo que poderia ser uma tragédia familiar se transformou em apenas lembrança.