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JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, Brazil
Esperamos com este Blog dividir um pouco das inúmeras histórias que acumulamos na nossa profissão. São relatos engraçados, tristes, surpreendentes...

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Denúncia de irregularidades em Situação de Emergência em Senador Cortes

Por Michele Pacheco

Recebemos essa denúncia no fim das nossas férias.
Assim que foi possível, produzimos e fomos à campo.
Pelos documentos recebidos, eu e o Robson já imaginávamos que seria uma matéria delicada, onde todos os lados deveriam não apenas ser ouvidos, mas apresentar provas.
A Câmara Municipal de Senador Cortes apura informações de irregularidades nos estragos citados no relatório da prefeitura para decretar Situação de Emergência.

Na época do temporal que causou destruição em vários municípios da Zona da Mata Mineira, a prefeitura exerceu o direito dela de decretar Situação de Emergência.
Que fique claro que todo governo municipal tem essa autonomia.
O problema está no relatório de estragos.
Alguns vereadores observaram que a ponte que liga Senador Cortes a Maripá, por exemplo, consta da lista como problema deste ano.

Mas, os denunciantes alegam que o desmoronamento de parte da cabeceira da ponte ocorreu há mais de dois anos e nada foi feito.
Eles disseram ainda que a prefeitura decretou Estado de Emergência no ano passado também e não investiu nenhum recurso na tal ponte.
Estivemos no local e notamos que o mato alto cobre a área que desbarrancou, indicando um problema realmente mais antigo.

O curioso é que qualquer um que olhe o estrago na ponte nota que ele não impediu o tráfego.
Mesmo assim, curiosamente, no Boletim de Ocorrência registrado pela Polícia Militar no mês passado consta que o desmoronamento na cabeceira impediu a passagem de pedestres e veículos.
Enquanto estivemos lá, isso não ocorreu.
Fica a dúvida: será que o PM esteve na ponte para fazer o registro ou nem apareceu por lá, redigindo o que foi relatado pelos secretários?

Como não cabe à nossa equipe julgar, fomos atrás de mais provas.
Os denunciantes nos levaram também a uma estrada rural, fechada por porteira e com congestionamento de gado.
Nem sinal do movimento intenso que teria motivo a inclusão de uma ponte pequena nesse trecho no relatório para a Defesa Civil.
Operários trabalhavam com máquinas retirando terra de um barranco e colocando onde antes havia a travessia sobre um córrego.

Estávamos terminando de fazer as imagens, quando o prefeito de Senador Cortes chegou.
Ele foi muito educado e negou todas as acusações.
Alegou que a ponte que estava vistoriando é importante na zona rural e que a medida que estava adotando, de jogar terra para fechar a cratera aberta pela chuva é só paliativa.

Ele disse ainda que várias pontes foram recuperadas com os recursos conseguidos no ano passado.
Perguntamos sobre as denúncias de repetição de problemas no relatório e ele negou.
Explicou que tem tudo registrado na prefeitura e concordamos em ir lá conferir.
Encontramos uma pasta com muitos relatórios.
O prefeito mostrou a declaração de Estado de Emergência endossado pelo Ministério da Integração Nacional.

Nos relatórios, consta que os estragos deste ano foram avaliados em quase 300 mil reais.
Esse recurso teria como destino a reconstrução e recuperação de pontes e vias em Senador Cortes.
A prefeitura explicou ainda que em caso de Estado de Emergência, a ajuda não vem em dinheiro e sim em materiais de primeira necessidade, como roupas, colchões e cestas básicas.
A reconstrução é feita em parceria com os governos federal e estadual.

A explicação oficial para a ponte que liga Senador a Maripá é que a responsabilidade de reconstrução ficou por conta do DER.
Com tantos documentos de ambos os lados da história, resta esperar a conclusão do trabalho do Ministério Público.
O promotor de Mar de Espanha é quem atende a região e está com  o caso.
Vamos acompanhar, curiosos para ver o resultado.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Condomínio cheio de problemas gera protesto em Juiz de Fora

Por Michele Pacheco

Hoje cedo, 240 operários da construtora PDG foram impedidos de entrar na obra do Condomínio Neo Residencial, no bairro Borboleta, zona oeste de Juiz de Fora.
O motivo foi um protesto dos moradores que tiveram as casas alagadas durante o temporal desse domingo.

Os trabalhadores ficaram no portão.
Com a chegada da nossa equipe, a ordem para eles foi de deixar o local.
Mas, os moradores usaram os próprios carros para impedir a saída do ônibus.
Alguns operários apoiaram a manifestação e ainda denunciaram irregularidades trabalhistas.

Entre os problemas, está o uso irregular de material de proteção individual.
Nas casas, ainda havia muita lama.
Os moradores da parte baixa do condomínio sofreram a noite e a madrugada com a inundação.
A água começou jorrando dos ralos nos quintais e invadiu os cômodos.

Uma das famílias conseguiu ajuda de vizinhos e usou até as panelas para levantar os móveis.
Os moradores denunciaram que as casas mostradas em fotos e na unidade modelo são bem diferentes da realidade.
O material prometido era bem melhor do que o que foi usado, segundo eles.

As fotos e os vídeos feitos durante essa inundação vão servir para que alguns moradores entrem na justiça contra a construtora.
Eles denunciam ainda que mesmo morando nos imóveis, ainda não começaram a pagar as prestações do financiamento e continuam pagando como se fosse uma obra.
Como o jornal de hoje estava estourado, dividimos a matéria em duas: uma sobre o protesto e a outra sobre a situação dessas pessoas.


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Violência contra adolescentes na zona norte de Juiz de Fora

Por Michele Pacheco

Fomos ao bairro Vila Esperança II conversar com a família de um adolescente que foi esfaqueado ontem por uma jovem de 18 anos.
O que poderia ser mais um registro de drama familiar, se transformou numa matéria bem maior.
Ouvindo os relatos de parentes e moradores, entendemos que eles se sentem acuados, sem acreditar que as autoridades lembram que eles existem.

A avó do adolescente contou que ele saiu de casa com o irmãozinho de 3 anos no colo para comprar um sanduiche para o menino.
Passou por uns quatro quarteirões até um trailler, no bairro vizinho, Vila Esperança I.
Num beco no caminho, testemunhas viram a jovem tentando impedir a passagem dos dois e ameaçando a vítima.
Houve discussão e ela esfaqueou o Joseph.

Ele foi socorrido e levado para o Hospital de Pronto Socorro, onde passou por cirurgia e está em estado grave.
Decidimos percorrer a pé as ruas do bairro e vimos pelo caminho pessoas assustadas e desconfiadas.
Alguns moradores foram discretos ao nos apontar os "olheiros" do tráfico que nos seguiam por todo lado.
A comunidade já é carente demais e não merecia viver com a sensação de estar numa terra sem lei.

Fomos à casa da jovem e conversamos com a avó dela.
Na minha opinião, é outra vítima.
Idosa, cuida dos bisnetos gêmeos de 4 meses desde que o crime ocorreu e a mãe fugiu do local.
A mulher contou que não sabe o que fazer para evitar as ações da neta.

Bem em frente à casa da suspeita, há uma quadra toda pixada.
Ficamos surpresos com a ousadia dos criminosos que pintaram na parede a mensagem "Proibido PM".
O que leva alguém a agir dessa forma, sem medo de ser delatado e ter que responder pelos próprios atos?
Será a impunidade... a certeza de que crianças e adolescentes podem se envolver com bandidos sem medo de ter que pagar pelos erros... a confiança de que as autoridades vão se afastar de áreas tão perigosas, deixando espaço para o crime?

Eu e o Robson em momento algum fomos abordados de forma grosseira pelos moradores.
Mas, notamos o ar surpreso ao ver jornalistas andando sem preconceito e escolta policial por áreas perigosas.
Sonho com o dia em que essas comunidades vão ter a sensação boa de receber visitantes para mostrar bons projetos, boas ações e belas iniciativas.
Por enquanto, isso tudo está encoberto pelas más ações.

Vazamento de gás provocado por cão em Juiz de Fora

Por Michele Pacheco

Os moradores do bairro Vila Ideal, na zona sul de Juiz de Fora,
acordaram assustados hoje, com um cheiro muito forte de gás.
Eles chamaram os bombeiros, que enviaram quatro equipes ao local.
Foi preciso arrombar a porta de um apartamento.
O que o pessoal não podia imaginar era o motivo do vazamento: um cão!/

É isso mesmo.
O dono saiu de casa e deixou o bichinho amarrado na mangueira do botijão de gás na cozinha.
Ele fez estripulias para se soltar e provocou o vazamento.
Parece brincadeira, mas a situação poderia se complicar, já que havia o risco de explosão e intoxicação.
Um caso desse, em geral passa despercebido pelos jornalistas, que nem vão ao local.
Mas, a gente achou tão inusitado que fez questão de registrar.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Violência doméstica contra idosa

Por Michele Pacheco

Hoje, ficamos surpresos com uma cena lamentável.
A gente passava pelo bairro Nossa Senhora das Graças, quando duas viaturas da PM e muitas pessoas na calçada chamaram a nossa atenção.
Paramos para saber o que estava havendo e descobrimos uma idosa de 78 anos chorando.

Ela contou que é espancada com frequência pelo companheiro dentro de casa.
Ela mostrou marcas nas pernas e um ferimento na cabeça.
Disse que apanha muito e que ele fica com toda a pensão que ela recebe.
Perguntei se não pediu ajuda aos parentes e ela respondeu que não tem ninguém a quem pedir socorro.

Os vizinhos estavam revoltados e contaram que todo dia ouvem a mulher pedindo socorro.
Os sons de violência doméstica incomodam há algum tempo.
Eles já chamaram a PM antes, mas a mulher não chegou a prestar queixa, com medo do agressor.
Uma vizinha disse que ele usa pedaços de pau e outros objetos para bater e não deixa ninguém entrar para ajudar a vítima.

Uma sobrinha disse que não aguenta mais essa situação e chamou a PM de novo.
Dessa vez, eles conseguiram tirar a idosa da casa e encaminhar ao hospital para ser atendida e examinada.
A casa é dela e, segundo a mulher, o companheiro se recusa a sair.
Os parentes dele já entraram com pedido na prefeitura para que uma assistente social avalie o caso e encaminhe os dois para um asilo, já que não têm condições de se cuidar sozinhos.

Depois de gravar com a vítima e as testemunhas, entramos no beco à procura do suspeito.
Ele vinha saindo acompanhado pelos policiais.
Parou e gravou com a nossa equipe.
Negou as agressões, disse que a mulher tem problemas mentais e que ele apenas cuida dela.
Perguntei sobre os hematomas e as cicatrizes e ele disse que são das quedas frequentes dela em casa.

Sinceramente é difícil avaliar uma situação como esta.
Os dois pareceram convincentes.
Mas, alguma coisa na reação do idoso de 85 anos me pareceu teatral demais.
As lágrimas não me convenceram.
Não quero ser injusta, afinal ele pode estar falando a verdade, mas tantas pessoas não inventariam a mesma mentira.
Espero que as autoridades acompanhem esse caso, antes que algo mais grave aconteça.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Engavetamento em Juiz de Fora

Por Michele Pacheco

O trecho da avenida Rio Branco conhecido como Garganta do Dilermando é um ponto muito movimentado, já que é o principal acesso à zona nordeste da cidade.
Voltando de viagem de Guidoval, encontramos a pista no sentido Bandeirantes-Centro interditada.
Os carros da PM parados chamaram nossa atenção e fomos ver de perto o que tinha ocorrido.

Três veículos se envolveram num engavetamento.
O motorista do Fiat Uno contou que subia a Garganta, quando o carro perdeu a força e ficou bem lento.
O ônibus urbano que vinha logo atrás não conseguiu parar e bateu no Uno.
Depois do impacto, ele desceu de ré e bateu no Corsa que vinha atrás.

A motorista do Corsa levou um susto, mas não se feriu.
No coletivo também não houve vítimas.
Já no Fiat, o pai do motorista sofreu um impacto forte no pescoço e foi socorrido até o hospital para exames.
A PM acompanhou o caso, registrou a ocorrência e acionou a perícia da Polícia Civil para apurar de quem foi a culpa do engavetamento.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Tentativa de assassinato acaba em perseguição a ambulância do SAMU

Por Michele Pacheco

As equipes do SAMU cumprem o dever de correr contra o tempo para salvar vidas.
A gente só pensa nisso e esquece que, quando a vítima foi alvo de um assassino, esse trabalho de socorro não agrada a quem praticou o crime.
E os profissionaios não têm como saber se estão na mira do bandido.

Hoje, por volta de onze da manhã, uam equipe de plantão recebeu uma chamada de moradores do bairro Santa Rita.
Eles contaram que um homem foi baleado e estava sangrando.
O SAMU correu para lá e socorreu a vítima ainda com vida.
O susto veio à caminho do hospital, quando o motorista da ambulância notou dois homens numa moto perseguindo o veículo.

A PM foi chamada para atender a ocorrência e foi avisada sobre a perseguição.
Os policiais estavam chegando no local e cruzaram com o SAMU.
Ao ver a viatura, os homens na moto fugiram e estão sendo perseguidos.
O que a Polícia Militaar apurou foi que o jovem de 19 anos foi chamado na porta da oficina onde estava por um antigo desafeto.

Ao sair, ela foi baleado, correu pedindo que o sujeito não atirasse e caiu num matagal da rua de baixo.
No local ficaram marcas de sangue e a camisa usada pela vítima.
Os buracos feitos pelas munições estavam bem nítidos.
A polícia acredita que a arma do crime tenha sido um revólver, já que nenhum cartucho foi achado por perto, o que confirmaria ser uma pistola.
A vítima está internada em estado grave no HPS.

Incêndio na loja Marisa de Juiz de Fora

Por Michele Pacheco

Imagine uma rua de pedestres no centro de Juiz de Fora,
considerada o coração comercial e financeiro da cidade.
Agora, coloque 100 mil pessoas passando por ela todos os dias.
Para completar, acrescente fumaça saindo de uma loja de roupas.
Resultado da mistura: tumulto, é claro!

Eu e o Marco Fagundes estávamos voltando para a TV depois de uma matéria e uma amiga me ligou para informar que a loja Marisa estava pegando fogo no calçadão da Rua Halfeld.
A gente estava perto e correu para lá.
Quando chegamos, o movimento de bombeiros e policiais militares era grande.

Os curiosos se aglomeravam em volta da área isolada tentando descobrir o que tinha acontecido, se havia feridos, etc...
Depois de ser abordada por muitas pessoas em busca de informação, consegui chegar aos bombeiros.
O Tenente Acácio Tristão explicou que quando a equipe de combate chegou, havia muita fumaça na loja.

Segundo ele, o fogo começou com um provável curto circuito dentro de uma tubulação.
As chamas foram vistas por funcionários e a loja foi evacuada.
A ação rápida da gerência e da equipe evitou feridos ou intoxicados.
Os bombeiros avaliaram que o problema foi no segundo andar do estabelecimento que ocupa cinco pavimentos do edifício comercial.

Nada foi queimado e, apesar do susto, ninguém se machucou.
Mesmo assim, fiquei pensado no desgosto dos donos e dos funcionários.
A gente fica só um pouco em áreas de incêndio e sai parecendo defumado!
A roupa custa para perder o cheiro de queimado.
Fiquei olhando para todas aquelas araras, com roupas de todos os estilos, e não deu para não imaginar como eles vão fazer para vender aquele material "perfumado".
Alguma lavanderia vai lucrar e muito por aqui!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Temporal causa inundação e desabamento em Juiz de Fora

Por Michele Pacheco

Pessoal, estamos sumidos porque as férias têm nos ocupado por demais!
E nesses poucos momentos que nos restam de folga, já fomos obrigados a lembrar como é conviver com tanta chuva.
Passamos o domingo na casa da minha sogra, no bairro Bom Jardim, e na hora de ir embora tivemos que driblar os pontos de alagamento na rua Diva Garcia.

Achamos que não iria piorar, mas piorou.
A Paula, filha do Robson, ligou contando que o nível da água tinha subido ainda mais e que o trânsito estava complicado perto da Igreja Católica do bairro Linhares.
Como boa filha de jornalista, ela pegou o celular e correu para a janela, fazendo ótimas fotos.

Nos cruzamentos da Diva Garcia com as ruas próximas à igreja,
a uma escola e ao posto policial o asfalto sumiu na enxurrada e os motoristas tiveram dificuldades para superar a enchente.
Nenhuma novidade para quem mora há anos no local e já se acostumou a ver obras públicas durante o ano e promessas de solução irem por água abaixo no verão.

Entra governo, sai governo e a situação só piora.
Tem gente que gasta uma nota construindo barreiras para impedir que a água entre nas casas e ainda passa os meses chuvosos colocando os móveis para cima, porque o Córrego do Yung transbordou de novo.
Ele foi ficando mais estreito ao longo dos anos, empurrado por construções que não deveriam ter sido permitidas e que agora vão causar dor de cabeça para ser removidas.

É por isso que o Robson Rocha me convenceu a tirar férias sempre em janeiro.
Estamos cansados de ver a tristeza e a tragédia das pessoas que moram em áreas de risco e sofrem com a época da chuva.
Resolvemos fugir do tempo ruim indo para as praias do norte fluminense e do Espírito Santo por uma semana e encontramos pelo caminho os rastros da destruição em Muriaé e região.

Passando por Itaperuna, conseguimos cruzar o centro que tinha ficado inundado poucos dias antes.
Mas, para onde olhávamos ainda havia ruas cobertas de lama e algumas até cheias de água.
Os moradores já se acostumaram com isso, mas ainda assim é triste ver tantos prejuízos.
Depois de acompanhar pelos noticiários, vimos de perto os estragos e o que sobrou das casas alagadas.

Com a cratera aberta em Campos, tivemos que usar um caminho alternativo, passando por Bom Jesus do Itabapoana.
Um trajeto mais longo, mas que valeu a pena.
A paisagem é linda e passamos por alguns lugarejos que parecem tirados de fotos antigas.
Pessoas tranquilas, que viram o tempo passar e continuaram vivendo como os pais viviam.
Registro obrigatório!

Ficamos uma semana na casa da minha sogra, em Sossego, praia de São Francisco do Itabapoana.
Tudo bem que os dois primeiros dias foram de chuvisco e tempo fechado.
Mas até que deu para curtir a praia.
Aproveitamos um dia para matar as saudades da Lagoa do Siri, no Espírito Santo.
Adoramos!

Na volta para casa, mais chuva!
Eu, Robson e Paula deixamos a Olívia sendo paparicada pela minha mãe em Três Rios e fomos visitar os museus de Petrópolis.
Na véspera, muito sol; no dia, tempo fechado de novo!
Passeamos bastante, de olho nas nuvens carregadas.

De volta a Três Rios, vimos as nuvens negras se aglomerando e enfrentamos um temporal na BR 040.
Quem pretendia passar pela BR 116, rumo a Sapucaia deve ter tido mais problemas, já que a chuva foi naquela direção.
O tempo melhorou, mas as quedas de barreira estavam de novo no nosso caminho.

Nesse restinho de férias, depois de cada passeio fomos recebidos com chuva em Juiz de Fora.
A previsão de que este verão seria mais "molhado" do que nos últimos cinco anos parece estar se confirmando.
Já sei o que nos espera nesse retorno: estragos e sofrimento.
Segundo a Defesa Civil, de sexta-feira, 27 de janeiro, até hoje foram 79 registros de problemas.

A maioria dos casos foi de escorregamento de terra.
Mas, fontes nossas ligaram durante a noite para avisar que a BR 267 foi interditada no bairro Jardim Esperança, porque a pista ficou inundada.
No Parque Guarani, a laje de uma casa desabou e o imóvel foi interditado pela Defesa Civil.
E hoje o tempo fechou de novo!