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JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, Brazil
Esperamos com este Blog dividir um pouco das inúmeras histórias que acumulamos na nossa profissão. São relatos engraçados, tristes, surpreendentes...

domingo, 8 de março de 2009

Violência contra a mulher

Essa é uma das matérias que nos marcou no Jornal da Alterosa, ela fazia parte de uma série. Para produzi-la, conhecemos pessoas que passaram por todos os tipos de violência. Violência que muitas vezes não conseguiamos nem imaginar. A maioria das mulheres não quis gravar, mas quem gravou, nos impressionou pelo sofrimento que suportou e só quando viu a morte de perto, procurou ajuda. Outro fato que nos chamou atenção foi a entrevista da psicóloga que lembrou que não é só a mulher agredida que sofre com a violência doméstica e sim toda a família. O ciclo da violência é descrito por todas as nossas entrevistadas e confirma a esperança dessas mulheres em retomar a relação apesar dos problemas.

Tentativa de assalto a banco acaba com 3 presos em Muriaé

Por Cláudio Cordeiro
www.interligadonline.com

Na madrugada deste domingo (8), por volta de 4:30 horas o alarme da agência centro da Credimur tocou e policiais da Rotam comandados pelo sargento Assis se deslocaram rapidamente para o local.
Ao chegarem à porta do banco os militares depararam com um policial na porta e viram duas pessoas fugindo por dentro da agência.

Os militares fizeram um cerco e depois de buscas conseguiram prender o segurança de uma loja de eletroeletrônicos que fica ao lado do banco e possivelmente deu passagem pela loja para que os criminosos chegassem a parte superios da agência..
Minutos após a prisão do primeiro suspeito, o policial que estava na porta da agência e tinha saído rapidamente, retornou e em atitude suspeita foi abordado pelo Tenente Pimentel.

Como não quis passar nenhuma informação e sequer saiu do carro, os militares foram obrigados a dar voz de prisão ao Cabo, que depois de um levantamento descobriu-se que é primo do segurança da loja e possivelmente também está envolvido na tentativa de furto.
Os militares realizaram intenso rastreamento pelas imediações, mas não conseguirem prender o terceiro envolvido.

O segurança da loja foi ouvido a princípio no hospital São Paulo, já que durante a fuga torceu o joelho, mas após o atendimento foi encaminhado, assim como o cabo á 38ª DRSP, aonde minutos depois militares chegaram com um terceiro suspeito de envolvimento na tentativa de furto.

Até o momento o delegado de plantão, Dr. Rangel Martino, está ouvindo os envolvidos, e a policia militar assim como a civil estão fazendo rastreamento, após um levantamento e possivelmente nas próximas horas devem prender mais pessoas que supostamente devem estar de alguma forma envolvidos diretamente na tentativa de furto na agência bancária.

Após o delegado de plantão ouvir os três homens presos como suspeitos de estarem envolvidos na tentativa de furto a agência da Credimur no centro de Muriaé, policiais fizeram uma busca na residência do cabo que está preso e lá encontraram droga e munição.
Por volta de 16 horas militares chegaram à delegacia trazendo da casa do cabo 13 buchas de maconhas e munição de diversos calibres, inclusive de armas de uso exclusivo.

O delegado ouviu os três e na presença dos advogados e foi claro que ambos estão fazendo parte do inquérito como formação de quadrilha e tentativa de furto. Além do cabo da PM ser citado também com posse de munição de uso restrito, porte ilegal de arma e tráfico de droga.

O irmão e o sobrinho do cabo ficarão detidos na carceragem da 38ª, já o militar depois de ouvido mais uma vez, mas no quartel da PM, deverá ser encaminhada para a cadeia militar em Juiz de Fora.
A polícia ainda não descartou a hipótese de ter mais pessoas envolvidas e continuará a busca por informações que possam esclarecer todos os fatos.

sábado, 7 de março de 2009

Jornal da Alterosa edição regional completa nove anos no ar

Por Robson Rocha

Hoje, a TV Alterosa Juiz de Fora completou 9 anos.
E são 9 anos de Jornal da Alterosa Edição Regional.
Quando começou em 07 de março de 2000, a proposta era mostrar o que acontecia em Juiz de Fora de maneira simples e direta.
Saindo do padrão de linguagem usado nas matérias de TV.

O JA, como é chamado internamente o Jornal da Alterosa, era um telejornal dinâmico, com matérias que realmente interessavam ao público.
Os carros-chefes eram a prestação de serviço e os factuais.
Mas, o que mais prendeu a atenção dos telespectadores foram as matérias em plano-sequência.

No plano-sequência, o repórter contava fato e o repórter cinematográfico em uma sequência de imagens sem edição, ilustrava o texto do repórter.
Lógico, que depois a matéria precisava ser editada, caso ficasse longa demais.

As entrevistas também precisavam ser editadas e também por algum erro que tivesse sido gravado. Mas, o editor não tirava o ritmo da matéria.
A equipe do Jornalismo em Juiz de Fora era formada por oito profissionais.
A Jaqueline Franklim que era e editora responsável e apresentava eventualmente o jornal.

A Renata Vargas era a editora de reportagem.
Com certeza foi uma das melhores editoras com quem já trabalhei.
Ela conseguia entender o que a equipe havia feito na rua e com isso fazer a edição sem deixar a matéria parecer uma colcha de retalhos de imagens e som.
Era realmente um trabalho de equipe e o produto final mostrava isso.

O Eduardo Dutra era editor e diretor de imagens do jornal.
Ele foi um dos remanescentes da TV Tiradentes, comprada pelos Diários Associados no fim de 99.
Quando compraram a emissora, alguns funcionários foram avaliados e selecionados para permanecer e integrar o novo grupo.

Eram duas equipes de reportagem.
Uma equipe era a Michele e eu, que éramos funcionários da Alterosa BH cobrindo a região da Zona da Mata, Vertentes, parte do Sul de Minas e algumas cidades próximas a Belo Horizonte. Com a nova emissora, nosso contrato foi transferido para a empresa de Juiz de Fora.

Outra equipe era formada pelo Ricardo Beghini, repórter, e o Marco Fagundes, repórter cinematográfico e também remanescente da TV Tiradentes.
O Beghini se adaptou fácil e rapidamente ao estilo e estava completo o time externo do jornalismo.

O Beghini passou para o jornal Estado de Minas e para o lugar dele foi contratada a jornalista Cristiane Armond.
Ela entrou rápido no ritmo do departamento.
Depois de alguns anos nos deixou e foi para a Inter TV em Cabo Frio, onde é chefe de reportagem.

Evandro Medeiros substituiu a Cris.
Ele era assessor de imprensa em Cataguases e junto com o Marco Fagundes forma uma das equipes de reportagem da Alterosa na região.

Na produção, Regina Ramalho, que trabalhava na antiga TV Tiradentes, foi mantida.
Apesar de nunca aparecerem, os produtores são a alma do departamento de jornalismo.
Uma matéria mal produzida segue um trajeto de dificuldades na rua e na edição e vai ao ar uma matéria ruim ou incompleta.

A outra produtora era a Elisângela Baptista.
Além da produção, ela apresentava o JA Regional.
A Lili foi a primeira apresentadora da Alterosa em Juiz de Fora e marcou pela liberdade que tinha na apresentação.
Com comentários pertinentes, ganhava a cada dia mais credibilidade.

Falando em apresentadoras, o JA Regional teve depois da Lili a apresentação da Olivia Freitas, uma das melhores profissionais que conheci.
A segurança dela na apresentação impressionava.
Ela vinha de jornal impresso e se adaptou tão rápido à linguagem da TV que parece ter nascido para isso.
Hoje, está na Rede TV em São Paulo e continua arrasando como repórter.

Depois, veio a Juliane Mattioli que teve uma passagem rápida pela bancada do JA.
Da última vez em que nos encontramos, ela estava trabalhando na assessoria de imprensa da Academia do Comércio, colégio tradicional de Juiz de Fora.
Não podemos esquecer que os repórteres também apresentaram eventualmente o jornal.

A Gesane Lucchesi saiu da assessoria de comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora para ser a quarta apresentadora oficial do Jornal da Alterosa Edição Regional e também para trabalhar na produção do telejornal.

A partir de segunda-feira feira, o Jornal da Alterosa Edição Regional começa uma nova fase.
Elisângela Baptista, que agora assina Elisângela Reis está de volta ao departamento de Jornalismo da Alterosa como editora responsável e vai dividir com Gesane Lucchesi a apresentação do Jornal.

Durante a semana que passou, as matérias voltaram a ser feitas em plano-sequência.
E, na segunda-feira, o Jornal entra no ar totalmente reformulado e trazendo de volta o dinamismo que foi a marca dos primeiros anos do Jornal da Alterosa na região.
O JA volta a ser a voz da população de Juiz de Fora e região.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Grande Hotel Muriahe pode ser inaugurado em maio

Por Magno Lopez
www.magnolopez.blogspot.com

O projeto de restauração do Grande Hotel Muriahe está chegando ao fim.
A expectativa do poder público é terminar o restauro até o final de abril e inaugurar o prédio com a maioria dos serviços em funcionamento em maio.
Além das obras na parte interna do Grande Hotel, os móveis e outros recursos que serão utilizados posteriormente já começaram a chegar a cidade.

O projeto foi iniciado em julho de 2006.
Computadores, televisões, vídeos, câmeras de filmagem e um data show são alguns dos materiais que serão usados no espaço após a inauguração.
Por enquanto esses objetos estão guardados no Paço Municipal.

Muitos deles formarão a sala de audiovisual, parecida com um cine clube, onde os visitantes assistirão a filmes.
"Quando tudo estiver pronto colocaremos um centro cultural á disposição da sociedade. Oferecemos um prédio já em condições de funcionamento", disse a superintende da Fundação de Cultura e Artes (Fundarte), Gilca Hubner Napier.

No ano passado, técnicos e especialistas fizeram a recuperação dos detalhes ornamentais da fachada do prédio, tudo para deixá-lo com as suas características iniciais.
De acordo com o projeto o Grande Hotel também apresentará térreo comercial com lojas que darão apoio ao centro cultural, como livrarias e cafés.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Apagão deixa 22 cidades mineiras no escuro

Por Michele Pacheco

Segunda-feira, sol escaldante, poucas nuvens no céu.
Depois de uma tarde cansativa e quente de trabalho, tudo o que a gente queria era um bom banho e descanso.
Por volta de 19h 30, faltando meia hora para encerrar o expediente, já estávamos contando nos dedos os minutos.
Mas, eis que tudo se apaga.
Literalmente!
Virou um breu só!

Um apagão deixou 22 cidades da região sem energia elétrica, num total de 260 mil consumidores, o que equivale a cerca de um milhão de pessoas.
Em Juiz de Fora, o trânsito virou um caos no centro.
Com os sinais apagados, era um Deus nos Acuda, um Salve-se quem puder.
Os motoristas não cediam a vez e todo mundo queria passar ao mesmo tempo.
Resultado: buzinas estridentes e um tumulto daqueles.

Os pedestres ficaram perdidos.
Onde eles conseguiam enxergar alguma coisa, ficava difícil atravessar, pois os motoristas não paravam.
No cruzamento das avenidas Rio Branco e Independência, um dos mais movimentados do município, quem estava à pé ficou sem vez. Ou o pessoal se arriscava entre os carros embaralhados nas pistas ou ficava plantado na calçada sem previsão de voltar a energia.

Um agente de trânsito chegou apressado enquanto o Robson registrava o caos das trevas.
Ele usou um apito para organizar o tráfego no escuro. Perigoso!
O agente tinha que ficar no meio da pista, com aqueles motoristas desorientados e estabanados se espremendo para passar antes dos outros.
Que bela educação no trânsito!

Voltamos para a TV e tive que usar uma lanterninha que parece de brinquedo para enxergar a fita e o equipamento no carro.
Já estávamos pensando no nosso chuveiro tão distante.
Distante mesmo, já que moramos no vigésimo andar e, sem luz, teríamos que subir pelas escadas.
Claro que iríamos esperar a energia voltar!
Mas, fomos avisados de que o problema era na subestação do bairro Barbosa Lage, na zona norte de Juiz de Fora.

No meio do caminho, notamos que a luz voltava aos poucos.
Na subestação, vimos os bombeiros saindo depois de ter controlado um incêndio causado por um estouro num dos transformadores.
O que restou do óleo pegou fogo e deu trabalho aos bombeiros.

Assim que as chamas foram apagadas, técnicos da Cemig fizeram a manutenção necessária para restabelecer o abastecimento em Juiz de Fora e região.
Pelos nossos cálculos, o apagão durou 45 minutos.
Mas, preceram horas...


domingo, 1 de março de 2009

Tupi vence a primeira partida em casa no Mineiro 2009

Por Chico Cícero
www.radialistaleodeoliveira.blogspot.com

Depois de 3 empates no Campeonato Mineiro do Módulo I em seus domínios o Tupi venceu ontem o Democrata(GV), jogando aqui em Juiz de Fora,e assumiu a 6ª posição na competição.
O Tupi não jogou bem no primeiro tempo, o Democrata teve mais chances do que o Tupi,mais aos 44 minutos da etapa inicial o lateral esquerdo Hallen, da equipe de Governador Valadares levou cartão vermelho e foi expulso.
Jogando com 10 jogadores no segundo tempo, o Tupi tomou conta do jogo e teve várias chances de gols que foram perdidas pelos jogadores carijós e somente aos 41 minutos da etapa final, num cruzamento da esquerda o jogador Fabiano do Democrata subiu junto com o atacante Ademilson e cabeceou para o próprio patrimônio e fez 1 a 0 para o Tupi.
Final Tupi 1 x 0 Democrata(GV). Com a vitória o Tupi passou a somar 10 pontos ganhos e o Democrata continua com 13 pontos ganhos.
Tupi:
Alan Faria, Serginho, Reginaldo(Rodrigo), Rodrigão e Michel; Robson, Marcel, Felipe e Darlan(Jonathan); Ademilson e Carlão(Itamar).
Téc.: José Carlos Amaral.
Democrata(GV):
Alex, Geison, Riso Surubim, Weldes(Pablo) e Hallen; Saulo, Sandro Manuel, Zé Maria e Hugo(Robson); André Araújo(Fabiano) e Alam.
Téc.: Moacir Jr.
Cartões Amarelos: Reginaldo e Michel(Tupi), Weldes e Hallen(Democrata)
Cartão Vermelho: Hallen(Democrata/GV)
Renda: R$ 12.760,00
Público Pagante: 2.285 torcedores
Ontem ainda tivemos,Atlético(MG) 4 x 0 Uberlândia,no Mineirão.
Hoje jogam: Em Andradas: Rio Branco x Social e no Mineirão: Cruzeiro x Ituiutaba.
Amanhã em Uberaba tem Uberaba x Villa Nova.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Incêndio no bairro Eldorado em Juiz de Fora

Por 4ºBBM

No início da noite do dia 27 de fevereiro de 2009, os Bombeiros do Quarto Batalhão foram acionados para uma ocorrência de incêndio em estabelecimento comercial no bairro Eldorado em Juiz de Fora.
No local, depararam com um incêndio em um compartimento anexo a uma padaria onde o proprietário estocava lenhas para alimentar o forno.

O incêndio tomou grandes proporções e uma grande quantidade de fumaça tomou conta das ruas do bairro, causando pânico aos moradores, situação que fora contornada rapidamente pelos militares do Corpo de Bombeiros.
As viaturas foram estacionadas estrategicamente e a área de atuação isolada.

Para a extinção das chamas foram montadas três linhas de ataques que utilizaram cerca de 10.000 litros de água.
Foram empenhados 15 militares e 05 viaturas, ABT 0788, ABT 0478, AS 0800, ACA 0353 e APV 0532.
Os Bombeiros contaram ainda com o apoio da Polícia Militar, que esteve presente no local com duas viaturas.






Fonte: 4º BBM

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Assassinato, protesto e buracos em Juiz de Fora

Por Michele Pacheco

Nossa primeira pauta de hoje foi um corpo encontrado na zona norte de Juiz de Fora.
Fomos para lá e encontramos os policiais da 173ª Cia.
Eles estavam numa estrada de terra, próximos ao pasto de uma fazenda.
Eles estavam lá desde cedo.
Por volta das seis da manhã, uma mulher ligou para a polícia militar sem se identificar e contou ter achado um corpo no meio da estrada quando ela ia para o trabalho.

O corpo do jovem de aproximadamente 28 anos estava de lado, com cinco tiros aparentes na cabeça e quase todo carbonizado.
Quem fez isso devia estar com muita raiva.
Havia 8 cápsulas deflagradas e duas munições calibre 9mm ao lado da vítima.
A Polícia Militar acionou a perícia.
Até o início da tarde, o jovem não tinha sido identificado e não havia pistas de suspeitos.

A pauta seguinte foi um protesto no bairro Linhares.
O trânsito estava complicado na rua Diva Garcia.
Próximo às penitenciárias, o tráfego ficou parado por quase duas horas.
Os motoristas reclamaram, mas os manifestantes se recusaram a sair do local antes da chegada da nossa equipe.
Como estávamos enrolados na zona norte, registrando o assassinato, tentamos ir o mais rápido possível para a zona leste.

No Linhares, encontramos os moradores vigiando os galhos que fechavam a rua Diva Garcia, a Polícia Militar acompanhando para evitar brigas e representantes da prefeitura negociando com a comunidade.
Ficou acertado que na segunda-feira a Secretaria de Obras vai enviar funcionários para tapar os buracos das ruas do bairro.

Mesmo assim, alguns moradores queriam continuar o protesto. Eles alegam que já pediram providências várias vezes nos últimos governos e nada foi feito.
Depois de discutirem a questão, eles decidiram dar um voto de confiança à prefeitura e esperar até segunda.
Se os buracos não forem cobertos, novo protesto vai ser feito.

Quem acha que os moradores exageraram ao fechar a rua, só precisa dar uma volta pelo Linhares.
Na rua do Boto, a situação é tão crítica que o caminhão de lixo não passa mais.
Os ônibus têm que driblar os buracos para subir.
Ambulâncias e caminhão de gás não sobem quando está chovendo.
Enfim, só quem vive naquela situação é capaz de explicar como os moradores agüentam!

Os buracos estão se tornando um problema crônico em Juiz de Fora.
A prefeitura vai até o local da reclamação, cobre e o buraco reaparece pouco depois.
Isso, sem falar nas redes de água e esgoto que andam cedendo pela cidade afora.
Nessa madrugada, um caminhão que fazia coleta de Lixo no Morro da Glória caiu num buraco que surgiu no asfalto da Av. dos Andradas, bem em frente a um bueiro.
A suspeita é de que a rede tenha se rompido, causando o transtorno.

Quem passava pelo local não resistiu e parou para ver a cena inusitada.
O caminhão ficou com a roda traseira direita presa no buraco.
Como ele estava carregado e o peso era grande, não foi possível retirar o veículo sem ajuda do guincho, que só foi acionado pela manhã.
Na semana passada, cobrimos um caso parecido, no bairro Jóquei Clube.
Um caminhão carregado com 7 toneladas de fios para tecelagem caiu num buraco onde a rede de esgoto rompeu e ficou preso por várias horas.