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JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, Brazil
Esperamos com este Blog dividir um pouco das inúmeras histórias que acumulamos na nossa profissão. São relatos engraçados, tristes, surpreendentes...

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Protesto fecha BR 267 por sete horas em Minas

Por Michele Pacheco

Quem passava pela BR 267, na manhã dessa segunda-feira, teve uma surpresa desagradável no bairro Igrejinha, em Juiz de Fora.
Manifestantes fecharam por sete horas a rodovia que liga a Zona da Mata Mineira ao Sul de Minas e a São Paulo.
O protesto foi pela mudança de itinerário de 11 linhas de ônibus que atendem 8 bairros da zona norte da cidade.

Antes, os passageiros desciam em pontos na Avenida Getúlio Vargas, no centro da cidade.
Assim, a movimentação deles para ir ao médico ou ao comércio central era mais rápida.
O problema é que a sobrecarga de veículos na avenida estava prejudicando o andamento do tráfego.
O resultado encontrado pela prefeitura foi a redução gradual do número de coletivos nesta área.

O primeiro passo foi tirar 11 linhas que atendem 8 bairros da Zona Norte.
Revoltados, os moradores dos bairros Vale dos Lírios (linha 708), Igrejinha (linha 726), Humaitá (linhas 740 e 760), Valadares (linha 741), Rosário (linhas 742 e 745), Toledo (linha 743), Palmital (linha 744) e Penido (linha 752) resolveram protestar.
Também foi alterada a linha 746, Circular/ BR 267.

São linhas que atendem, em especial, habitantes de bairros mais afastados, quase zona rural.
O pessoal alega que já é difícil conseguir transporte, porque são poucos veículos.
Agora ainda mudam o itinerário.

Em meio aos manifestantes, encontramos líderes comunitários e moradores unidos por uma solução.
Algumas pessoas gravaram entrevista e explicaram as dificuldades.
Há muitos jovens que estudam à noite e o trajeto ficou mais complicado.
Sem falar nos pacientes do SUS que têm que andar mais para ir ao médico.
Moradores mais idosos também estariam sendo prejudicados pela medida que entrou em vigor no último sábado.

Gravamos entrevista com os manifestantes e acompanhamos o movimento.
É um tipo de situação difícil.
É claro que os moradores têm que lutar pelos direitos deles, caso considerem que estão sendo prejudicados.
Mas, como ficam os direitos dos motoristas e passageiros que ficaram barrados na estrada?
Temos que ouvir todos os lados.

Este homem de camisa branca estava muito revoltado.
Ele saiu cedo de São Lourenço, no Sul de Minas, para não se atrasar para um compromisso importante.
E acabou parado a manhã inteira, sem ter como voltar ou seguir em frente.
Na entrevista, ele perguntou por que a Polícia Rodoviária Federal estava parada, vendo todo mundo ser prejudicado, sem fazer nada para acabar com o protesto.

Conversamos com os policiais que estavam lá desde o início da manhã.
Eles explicaram que o protesto era pacífico e os manifestantes tinham o direito de protestar.
O uso da violência traria mais complicações do que soluções.
Por isso, três equipes da Polícia Rodoviária Federal acompanharam o movimento.
O Inspetor Lima Correa encabeçou as negociações com os moradores para tentar liberar as pistas.

Este homem de terno preto é o promotor de Andrelândia.
Ele seguia para o trabalho e ficou preso no engarrafamento.
Ao ver a rodovia parada, ele foi até os policiais e perguntou o que estava havendo.
Foi informado e tentou negociar com os manifestantes.
A proposta era liberar a pista de tempos em tempos e voltar a fechá-la.
Assim, o protesto seria mantido e os viajantes não seriam prejudicados.

Os moradores não concordaram e insistiram em manter a ocupação da rodovia.
Eles querem de volta o trajeto antigo, pois facilitava o acesso ao centro.
O movimento começou às 5h30min. e houve queima de pneus.
Por volta de 8h, cansados de esperar, alguns passageiros de ônibus cobraram providências.
Uma empresa autorizou a troca de veículos.

O pessoal juntou as malas e sacolas, passou pela multidão revoltada e esperava seguir viagem sem problemas. Mas, a baldeação foi impedida por moradores que entraram na frente dos veículos para que os motoristas não pudessem manobrar. Policiais Rodoviários Federais tentaram resolver o impasse, mas sentiram que seria perigoso os motoristas saírem e pediram que os passageiros deixassem os veículos. Duas enfermeiras de Juiz de Fora eram esperadas em Lima Duarte e estavam inconformadas. "Eles estão impedindo o nosso direito de ir e vir. Como vou explicar aos pacientes que estão nos esperando que não podemos chegar lá?" reclamou uma delas.

Até o carro do delegado da Polícia Civil de Lima Duarte, cidade vizinha a Juiz de Fora, foi impedido de passar. Depois de muita conversa e negociação, o delegado foi liberado.
O mesmo não aconteceu com um comboio do Exército.
Os militares seguiam para um treinamento e pediram a liberação da pista. Os manifestantes responderam com gritos e o clima ficou tenso. O motorista de um dos caminhões decidiu furar o bloqueio passando pela margem da rodovia. Um morador pulou na frente do veículo e houve tumulto. Apesar dos protestos, o comboio seguiu viagem.

Os manifestantes exigiram a presença de um representante da Agência de Gestão de Transporte e Trânsito, a Gettran.
Quando ele chegou, houve mais gritos e tumulto.
Ele precisou subir num carro para ser ouvido e explicou que estava lá para reunir uma comissão para ir negociar na Gettran.
O grupo decidiu que, mesmo assim, não encerraria o protesto.

Ficou definido que a estrada só seria liberada se a comissão voltasse com um documento assinado pelo Superintendente da Gettran anunciando o fim da mudança nos itinerários.
Só que a comissão voltou com resposta negativa.
Não houve negociação e o protesto continuou.
Foi pedida a presença de um representante do Ministério Público.

O promotor de Meio Ambiente e Urbanismo, Júlio César da Silva, conversou por telefone com o superintendente, Dulcídio Barros Moreira Sobrinho, e não conseguiu acordo.
Ele disse que também não conseguiu acordo com o prefeito.
Júlio César e o vereador reeleito, Isauro Calais, que também trabalha na Defensoria Pública, pediram a liberação da rodovia e disseram que o Ministério Público vai assumir as negociações.

Luiz Barbosa, líder comunitário do bairro Igrejinha, disse que os manifestantes aceitaram a proposta.
Os líderes de todos os bairros que tiveram linhas alteradas se reuniram primeiro com os moradores e só depois confirmaram a decisão de liberar a BR 267.
Mas, eles já avisaram que, se até a próxima quarta-feira não houver acordo, vão fechar de novo a rodovia que é uma das mais importantes de Minas Gerais e tem um movimento em média de 4 mil veículos por dia.

domingo, 2 de novembro de 2008

Dia de Finados

Por Michele Pacheco

O Dia de Finados caindo no domingo agradou a muita gente.
No Cemitério Municipal, o maior de Juiz de Fora, o movimento foi grande durante todo o fim de semana. Com o tempo fechado desde a semana passada, algumas pessoas não quiseram arriscar e deixar para ir no domingo, com multidão e chuva.
Mas, São Pedro segurou o tempo. Apesar das nuvens, não choveu e deu para o pessoal fazer homenagens aos parentes e amigos mortos.

No Cemitério Municipal existem 17 mil túmulos e a expectativa era de 20 mil visitantes só hoje. Houve fila entre os jazigos.
Com flores e velas, uma multidão foi visitar túmulos.
Alguns aproveitaram para lavar e arrumar.
Outros se emocionaram ao lembrar de quem já não está mais entre nós.
É uma data de reflexão, de lembranças, de saudades.

Um túmulo em especial recebeu muitos visitantes.
É o da "Santa" Palmira. Cada um conta uma história diferente, mas a que conheço é que no século XIX, uma jovem seguia de trem para encontrar o noivo.
Ela estava prestes a se casar.

Mas, num acidente, a janela do trem desceu e ela foi decapitada.
Anos depois de ser enterrada, ao abrirem o túmulo, notaram que o corpo mal tinha se decomposto.
Foi considerado um sinal de milagre.
Desde então, são muitos os relatos de graças obtidas.

Mesmo não tendo sido reconhecida pela Igreja Católica, alguns fiéis consideram a jovem uma santa e acreditam nos milagres que ela teria conseguido.
No jazigo dela, há centenas de placas de mármore, agradecendo a ajuda da "Santa" Palmira.
O calor das velas é intenso, mas ninguém se importa.
Todos ficam concentrados em rezar agradecendo ou pedindo.

No Cemitério Parque da Saudade, o segundo maior de Juiz de Fora, houve congestionamento na entrada e uma fila longa de carros se formou.
Muita gente preferiu ir de ônibus ou à pé, para evitar a demora.
Os motoristas precisaram de muita calma.
De longe, dava para ver que a espera seguia também do lado de dentro, já que não havia vagas para estacionar em nenhum lugar do cemitério.
Assim, o pessoal tinha que esperar alguém sair para parar os veículos, o que só aumentava a fila.

Os agentes de trânsito foram colocados em pontos estratégicos.
Se não fosse por eles, os espertinhos teriam furado fila e causado tumulto.
Na hora do almoço, todo mundo com compromissos de domingo pela frente e ter que agüentar aquele povo esperto furando fila e espremendo todo mundo é revoltante.
Sem falar que, sem os agentes, os pedestres levariam um bom tempo para conseguir atravessar a rua com todo aquele movimento.

Mas, para quem queria prestar uma homenagem a pessoas queridas que já morreram, nenhum sacrifício foi empecilho.
O cemitério ficou cheio o dia inteiro.
E o movimento já era grande desde a sexta-feira.
O cálculo da prefeitura era de que só hoje, além das 20 mil pessoas no Municipal, outras 50 mil visitassem os demais cemitérios da cidade.

sábado, 1 de novembro de 2008

Show de talentos 2008 - finalistas

Por Michele Pacheco

Cobrimos nesse sábado a semifinal do Show de Talentos 2008, da TV Alterosa.
Esta é a 5a edição do concurso que busca descobrir novos talentos. Cantores de todo o estado vêm a Juiz de Fora se inscrever.
Os jurados sempre têm muito trabalho para selecionar os semifinalistas.
São muitos concorrentes com capacidade para encantar qualquer tipo de público.

A semifinal estava marcada para as cinco da tarde.
A Praça de Alimentação do Santa Cruz Shopping, no centro de Juiz de fora, ficou lotada.
O movimento tradicional de fim de semana aumentou com a presença de parentes, amigos e pessoas interessadas em cultura e arte.
Era até difícil trabalhar entre tantas mesas cheias. Afinal, não podemos prejudicar a visão do público.

O evento nesta edição teve duas categorias: humor e música.
Primeiro, o público conferiu os humoristas inscritos.
Cada um tinha cinco minutos para se apresentar.
Nos bastidores, figuras curiosas, com roupas esquisitas chamavam atenção.
Eram os candidatos prontos para subir ao palco.
Foram sete concorrentes.

Os cinco finalistas foram conhecidos logo após a apresentação.
José Antônio Aparecido dos Santos, o Zé Miraí, apostou num personagem caipira para conquistar o público e os jurados. Com direito a chapéu de palha, jeitinho de mineiro do interior e sotaque arrastado.

Valdir Alves, mostrou o personagem Tuniquinho.
O menino travesso com chupeta, calças curtas, boné virado de lado
e piadas com toque picante agradou.
Nem para gravar entrevista ele abandonou o personagem.
Valdir mostrou satisfação por fazer parte da final e agradeceu de forma bem-humorada a chance dada pelo Show de Talentos.

Rafael Titonelly, o Rafael Mágico, é conhecido em Juiz de Fora pelos shows de mágica que faz.
Mas, no Show de Talentos ele escolheu um humor mais refinado.
Sério, fez todo mundo rir com comentários irônicos e sátiras a músicas infantis.

Luciene dos Reis apresentou a personagem Lindalva Roxana.
Toda de roxo e lilás, num figurino estravagante, ela subiu ao palco com a teoria desenvolvida para transformar mulheres feias em bonitas.
Uma apresentação interativa, com descontração e leve fez o público participar ativamente do quadro criado pela humorista e aplaudir o show de bom-humor.

Encerrando a lista de finalistas na categoria humor, a Tânia de Paula mostrou ao público os dramas cômicos da Lupicínia Borges Silva e Silva.
Vaidosa, a personagem contou tudo o que fez para melhorar a aparência.
Pareceu uma coletânea de casos reais de erros médicos contada de forma engraçada.

Desta vez, o público acompanhou todas as apresentações, torceu,
vibrou, participou e viu os jurados decidirem quem disputaria a final.
Agora, o próximo passo é a participação efetiva do público.
A partir das nove horas da noite desta segunda-feira, os telespectadores vão acompanhar nos intervalos comerciais da TV Alterosa um pouquinho da apresentação de cada candidato.
Depois de escolher o melhor, é só ligar e votar. O resultado vai ser divulgado no próximo sábado.

Nesse sábado, os jurados escolheram também os finalistas da categoria música.
Tarefa difícil a deles!
O nível dos 10 candidatos estava muito bom e só cinco poderiam seguir na competição.
Na foto, da esquerda para a direita, estão os três integrantes do juri: Tarcízio Dalpra Jr., Ícaro Rodrigues e Hugo Mark.
Todos convivem no meio artístico e têm gabarito para fazer uma boa escolha.

Este candidato é o Londirlley Souza Sergeiro.
Ele fez uma apresentação muito boa, mostrou bom senso na escolha da música e recebeu elogios dos jurados.
A afinação e a interpretação mostradas no palco não deixaram dúvidas da classificação dele.

Elieze Rosa foi o outro homem aprovado para disputar a final.
Com voz forte e muita ginga no palco, ele arrancou aplausos do público e elogios dos jurados.

Ligia Viviane Soares é de São João del Rei,
mas mora em Juiz de Fora.
Ela escolheu bem o figurino e caprichou na apresentação.
A voz agradável fez o público relaxar e torcer por ela.
A família acompanhou toda a apresentação e esperou até o final para dar apoio.

Geisiane foi a primeira a se apresentar
e arrancou suspiros surpresos do público.
Simpática, ela mostrou que tem voz, afinação e carisma para encarar qualquer show.
A classificação deixou empolgada a candidata que agora espera o apoio do público de casa na votação.

Encerrando a lista, vem a Fabrícia Lees.
Esta cantora é um exemplo de determinação. Ela está participando pela terceira vez de uma edição do Show de Talentos da TV Alterosa.
No ano passado, quase conseguiu o título. Neste ano, as esperanças estão renovadas. Competência para isso, ela mostrou que tem de sobra.

Cada detalhe da semifinal do Show de Talentos 2008 da TV
Alterosa foi registrado pelo Robson e pelo Thiago Freire, nosso técnico e dublê de cinegrafista.
Ele se empenhou em aprender a filmar e está melhorando a cada dia.
Dá muito orgulho ver os novos colegas chegando na TV Alterosa cheios de sonhos e acompanhar a realização deles.

Torço pelo Thiago e confio na capacidade dele para ir longe.
Além de operar a câmera que foi colocada no meio da Praça de Alimentação, o Thiago ainda deu uma ajuda ao Robson com a luz nos intervalos.
É que para gravar as entrevistas, eles viravam os spots para o lado oposto ao do palco.
Depois, tinham que recolocar no lugar e rápido, para não atrapalhar a apresentação.
E fez tudo isso sem perder o bom-humor.

Outra "novata" na TV que merece respeito é a Carla Detoni.
Ela chegou como estagiária e trabalhou mais e melhor do que muito profissional formado que conheço.
Ela e a Flávia Souza têm se empenhado em criar novos projetos no departamento de Comunicação. A área delas é complicada.
Atendem ao jornalismo, ao comercial e ao administrativo com a mesma garra e empenho.

Parabéns pelo Show de Talentos que estão organizando.

Fazendeiro é executado no interior de Minas

Por Silvan Alves
www.silvanalves.com.br

Antônio Luiz Massi, 40 anos, morador do município de São Sebastião da Vargem Alegre (50 Km de Muriaé) foi brutalmente assassinado na madrugada desse sábado. A Polícia Militar de Muriaé foi acionada às 7h da manhá de hoje por um fazendeiro que dava conta que na estrada de chão do Divisório (5 Km de Muriaé) havia um carro parado, com um corpo dentro.
Militares e a Perícia Técnica da Polícia Civil, foram para o local e identificaram o corpo como sendo, Antônio Luiz Massi, que estava com as mãos e os pés amarrados no banco carona e havia sido executado com um tiro na cabeça.

A Polícia Militar de São Sebastião da Vargem Alegre informou que na noite de ontem, 23h, a Fazenda Martins (14 Km daquela cidade) foi invadida por assaltantes que fizeram uma família de cinco pessoas reféns, todos amarrados, inclusive Antônio. Às 3h da madrugada desse sábado, os homens saíram com a vítima em sua caminhonete, placa JQC 7443 da Bahia, e quando chegaram próximo a Muriaé, fizeram a execução. Segundo a PM, na fazenda levaram R$ 1 mil, um aparelho de DVD, alimentos e roupas. O trabalho de rastreamento continua em toda a região. Acompanhamos com exclusividade da ação policial.

O corpo do fazendeiro Antônio Luiz Massi, 40 anos, será liberado agora a tarde no IML de Muriaé. Parentes e amigos vieram a Muriaé e seguirão juntos para a fazenda Martins, 14 Km de São Sebastião da Vargem Alegre (50 Km de Muriaé).
Antônio será velado na mesma fazenda onde ele e a família passaram horas de terror, reféns de dois bandidos.
O pedido para ser velado na fazenda é de seu pai, que quis ainda que o sepultamento, que acontece manhã cedo, fosse em Santo Antônio do Rio Preto, onde a família é muito conhecida.

Segundo informações colhidas juntos aos amigos e parentes, os assaltantes chegaram na fazenda encapuzados por volta das 20h de ontem e renderam o pai e a mãe da vítima (70 anos) uma irmã e um irmão que utiliza de cadeira de rodas, e todos foram amarrados. Após roubar muitos objetos da fazenda Martins, Antônio Massi, considerado uma pessoa tranquila, bondosa, evangélico e sem inimizades, foi levado como refém em sua própria caminhonete Fiat Strada, e executado durante a madrugada. O veículo com o corpo foram deixados na região do Divisório, a 5 Km de Muriaé, e só localizados por populares às 7h da manhã desse sábado. As investigações e perseguição aos assaltantes continuam

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Apreensão de droga em Juiz de Fora

Por Michele Pacheco

Hoje pela manhã, a equipe do Tático Móvel, da 70a Cia. de Polícia Militar, em Juiz de Fora, recebeu uma denúncia de que uma casa no bairro Santa Cândida funcionaria como ponto de venda de droga.

A região era problemática com relação à criminalidade e a PM está trabalhando muito para reduzir os índices. Os policiais foram ao local e abordaram o morador.
Ele admitiu que tinha droga no local.
Os pms deram uma busca e encontraram o material.

Foram apreendidos 2kg de maconha e várias facas.
Todo o material foi levado para a 7a Delegacia de Polícia Civil.
As armas brancas estavam sendo usadas para cortar a droga em porções pequenas para a venda.
Segundo os policiais, a primeira denúncia era de que havia algumas pessoas armadas com revólveres na casa.

Depois, eles foram alertados sobre a venda de drogas.
Durante o trabalho, eles procuraram as armas, mas só localizaram as facas.
O suspeito preso foi ouvido na delegacia, teve a prisão confirmada e foi encaminhado ao Ceresp.

A polícia militar lembra que a participação da comunidade no combate ao crime é essencial. Quem notar movimentação suspeita perto de casa deve denunciar à polícia pelo telefone 190.
Quanto mais informações forem passadas, mais rápido a irregularidade vai ser apurada e combatida.
Não é preciso se identificar.